segunda-feira, 13 de abril de 2009

Páscoa

Junto duas histórias sobre o Folar, não sei se alguma é verdadeira. Gosto mais da segunda.


História 1:

Não se consegue precisar no tempo a origem da história do Folar da Páscoa. Sabe-se apenas que é muito antiga e segundo ela, uma jovem aldeã de seu nome Mariana, tinha como grande objectivo de vida, casar cedo.
Tanto rezou a Santa Catarina, que lhe surgiram dois pretendentes ao mesmo tempo: um lavrador pobre e um fidalgo rico. A única coisa que era comum aos dois era a sua beleza e juventude.
Indecisa quanto à escolha a tomar, a jovem pediu novamente ajuda a Santa Catarina.
Ambos os jovens pretendentes a pressionavam a escolher, tendo mesmo o jovem lavrador marcado o Dia de Ramos como data limite para a resposta.
Ainda segundo a lenda, no Dia de Ramos, os dois jovens pretendentes envolveram-se numa luta de morte e, Mariana acabou por se decidir pelo lavrador Amaro.
Contudo Mariana vivia preocupada e receosa porque constava que o fidalgo iria aparecer no dia de casamento para matar o seu Amaro.
Mais uma vez recorre a Santa Catarina, e ao que parece, a santa sorriu-lhe enquanto Mariana rezava.
Mais tranquila e agradecida, Mariana ofereceu flores à sua santa. Quando chegou a casa tinha em cima da mesa um bolo com ovos inteiros e as flores que tinha oferecido à santa, ao lado.
Aflita, Mariana dirigiu-se a casa de Amaro para lhe contar o sucedido, mas a este também tinha acontecido o mesmo.
Ambos pensaram que tinha sido obra do fidalgo e quando o procuraram para agradecer, constataram que a ele também tinham oferecido o mesmo.
É por isso que este bolo chamado folar se tornou numa tradição que é entendida como a celebração da reconciliação e da amizade.
Por isso no Domingo de Ramos os afilhados oferecem aos padrinhos um ramo de flores e recebem o folar no Dia de Páscoa.


História 2:

Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo.
Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos.
A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos.
Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer. Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.
Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe. No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina. Inicialmente chamado de folore , o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, o afilhado costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de baptismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar.

Fontes: Infopédia (porto editora) e Associação da Comunidade Recreativa de Aveiro

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Arremedar

Imitar é algo que percebo ser natural e que, até ao dia de hoje, nunca me provocou indignação.

Ainda ontem ouvi em um programa de rádio (Rádio Clube Português) que os leões jovens aprendem a caçar imitando o que os pais fazem.

Mas não são só os animais que tiram proveito de imitações, também os humanos o fazem. Por exemplo no mundo artístico, quem nunca viu o Fernando Pereira a imitar a Édith Piaf, ou o Armando que parece ter ganho um festival com uma música de outro, ou o Tony que trouxe para Portugal músicas "nascidas" em outros países, ...

Até aqui nada de novo nem problemático.

Mas hoje estou indignado. Que pôrra é esta de imitarem o Bruno? Haja um limite!

Ver e ouvir Tony

Ler, ver e ouvir Bruno

Fontes: Jornal Expresso on-line e Barras

quinta-feira, 5 de março de 2009

Há piores


O Sr Michel Lotito (conhecido como o Sr. Cometudo - Monsieur Mangetout), de Grenoble - França, incluí na sua dieta 900 g de metal por dia.


Contradizendo a alcunha do Sr. Michel Lotito existem alguns alimentos que não lhe caiem bem. Este refere que quando come bananas estas lhe provocam mau estar.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Nas costas dos outros vejo eu as minhas?

Para tentar confirmar a veracidade deste dito popular, eu e a minha mulher no Verão de 2006, escolhemos um personagem com que nos identificámos e quise-mo-lo comprovar.

Escolhemos a figura histórica, que considero ser a mais importante para o país, o fundador da nação, Dom Afonso Henriques.

Registámos o momento com uma fotografia, a qual anexo a este registo.

Concluí-mos que o dito popular não coincide com a verdade.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Será das novelas

No passado dia 7-Fev, assisti a um concerto em Sintra, onde não me ofereceram manta para tapar as pernas, contrariamente ao que havia acontecido nos dois espectáculos que nesta vila assisti e imediatamente anteriores a este.

À entrada para a sala onde aconteceu o espectáculo rasgaram-me o bilhete e ficaram com uma das partes deste, tendo-me devolvido outra. Eu até hoje pensava que a parte com que o colaborador que rasgou o bilhete ficou, se identificava como o canhoto do bilhete, contudo creio estar errado.

Procurei em um dicionário o significado da palavra "canhoto" e os resultados foram os da imagem anexa.

Percebo que canhoto é um termo utilizado no Brasil para identificar a parte do bilhete que, no caso do episódio do espectáculo, será a que me foi devolvida (quanto muito).

Fontes:

http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

http://oclubedoscongelados.blogspot.com/2009/01/ontem-tive-reunio-de-condomnio-das.html

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Somos dessenrascados (está no sangue)

Este registo tem, para mim, uma forte carga nostálgica.

Em 2004 Portugal "acolheu" a organização do Campeonato Europeu de Futebol. Desta, à parte dos benefícios e malefícios, que deixou, recordo com saudade o mês em que se disputou, como uma das épocas mais alegres que o país viveu. Entre outras recordações, uma ficou marcada na minha mémória, o jogo Portugal vs Inglaterra, em que um guarda-redes "polivalente", resolveu o desfecho da partida.



Pois em 2009 (Fevereiro) decorrerá o Campeonato Europeu de Futebol de Padres - Champions Clerum, que religiosidades à parte, creio será disputado por bons atletas (seguramente boas pessoas) e que merece registo.

Também no Europeu de 2009 acontecerá algo de semelhante, ao que aconteceu em 2004, em entrevista à rádio TSF:
"Padre Marco Paulo Gil está disposto a jogar em qualquer posição, mas confessa que a baliza não é a sua posição forte".

Boa sorte Portugal.


Fontes de informação:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1131336
http://www.record.pt/noticia.aspx?id=e72f407d-3c67-4868-ba90-3a1ef43c92c2&idCanal=00000277-0000-0000-0000-000000000277
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=642180&div_id=1679


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Manipulação!?

Não foi o Sr. George Clooney que inventou o conceito de café com cápsulas, comercializado por uma empresa Suiça. Foi o Sr. Eric Favre.

Até ao dia de hoje associava ao referido conceito a imagem do Sr. Clooney, mas de hora em diante passarei a associar a imagem do Sr. Favre.